cura materna

Todas e todos nós chegamos a este mundo por um útero. Por essa oportunidade de chegar a esse plano e de experienciar o dom da vida, devemos ser gratas e gratos a quem nos gestou, nutriu e pariu.

A maternidade como pensamos hoje é muito mais um papel social limitante e repleto de estereótipos. Quero te convidar, como mãe ou como filha, independentemente da relação que você travou interna ou externamente com essas figuras na sua vida, a desapegar das comparações e idealizações que te afastam de fazer as pazes com esse aspecto.

Se você não conheceu sua mãe, se você não queria engavidar, se vocês não se dão bem, se ela já te machucou, se ela não te aceita… Veja a ser humana que existe, além da sua visão condicionada.

Essa mulher foi teu portal para a vida. Carregar ressentimentos em relação a ela afeta nossa capacidade de dar e receber carinho, nos sentirmos nutridas, acolhidas, merecedoras, abundantes e prósperas. Não temos influência sobre o que fazem conosco, mas temos responsabilidade sobre nossas reações frente a isso.

Minha sugestão é que você faça ho’oponopono pensando nela e no que ela representa para você, buscando limpar quaisquer nódoas que te impeça de amar, respeitar e honrar essa ancestral. Basta repetir, quantas vezes sentir necessárias: Eu sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grata.

Feliz dia das mães para todas!

De coração e útero,

Nikole França

Imagem de Laura Berger

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