respeite sua arte

Quando te der vontade de escrever, escreva. Escreva o que vier às mãos, antes de chegar à cabeça.

Quando sua mente girar tanto que até seu corpo fica inquieto, dance. Dance descalça aonde estiver, dance sem música, sacie seu impulso.

Quando a visão estiver turva, desenhe. Mesmo sem nunca ter desenhado ou pintado. Permita que seu lápis, caneta ou tinta deslize sobre o papel e revele o que a mente não conseguiu conceber.

Desate o nó na garganta cantando. Invente a letra, invente línguas, invente a melodia, cante se olhando no espelho, se escute. Entregue ao vento o que te aflige.

Toque aquele instrumento que você deixou parado num canto. Mesmo enferrujada, mesmo que tenha esquecido como. Toque para si, toque para trazê-lo à vida, sinta o som que ele te pede que seja feito.

Independentemente de compartilhar com o mundo ou de fazer disso a sua profissão, respeite sua energia criativa. Reserve tempo para atender aos seus rompantes. Lhe dê espaço físico e a materialize da maneira como vier. Reconheça e ame o que vier.

Não compare. Não julgue. Não existe certo ou errado no momento de manifestar sua essência. Não precisa estar num museu para que você considere arte.

Isso também é autoamor, é respeito próprio, é autoconhecimento, é revolução.

Criar nos aproxima de nossa divindade e é um canal direto à nosso impulso selvagem. Se quer manter esse canal de comunicação alinhado com todos os atos de sua vida, é preciso mantê-lo ativo e constante.

De um coração e alma criativos,

Nikole França

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